Foto: André Moura / CMSP

 

O auditor do TCM-SP, Marcos Chust, participou de reunião da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal, ocorrida em 29 de maio, no Auditório Prestes Maia. Em sua apresentação, ao fazer referência quanto à elaboração de relatórios simplificados sobre saldos de fundos municipais, Chust afirmou que é necessário que esses documentos também alcancem recursos vinculados, como das Operações Urbanas em andamento na cidade. “Os recursos dessas operações não são de fundos, mas têm as mesmas características, por isso deveriam ser demonstrados”, destacou.

Chust também sugeriu que os relatórios sejam mais detalhados. “Não basta só apresentar o saldo. Tem que mostrar uma equação financeira, que é quanto recebeu, quanto gastou e quanto sobrou. Isso é como saberemos de que forma o fundo está sendo utilizado”, explicou.

De acordo com o auditor, há um processo do TCM-SP sobre obras e serviços em andamento ou paralisadas na capital. “Não precisa andar muito na cidade para ver vários equipamentos que não estão conservados. Ao mesmo instante, o município realiza operações de créditos para investimentos. Temos que nos perguntar se a cidade comporta novos projetos, já que há alguns em andamento, outros paralisados e não há informação sobre as dotações para conservação”, completou Chust.

 

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Foto: CMSP

 

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