O Sindilex reuniu na noite desta terça-feira, 11 de junho, na sede da entidade, servidores e diretoria em Assembleia Geral para decidir quanto a adesão à greve geral contra a reforma de Previdência. A paralisação está marcada para esta sexta, 14, e deve englobar diversas categorias.

Após intenso debate e votação, os servidores decidiram por apoiar a greve, mas sem adesão. O sindicato irá divulgar apoio por meio das redes sociais e distribuição de panfletos nas duas Casas sobre os problemas e ilegalidades da reforma.

A presidente do Sindilex, Sônia Alves, aproveitou a ocasião para debater o substitutivo apresentado pelo governo Bruno Covas ao PL 616/2018, que dispõe sobre reajuste e abono aos professores. Segundo os presentes, trata-se de um pacote grande, confuso e cheio de ilegalidades que acaba favorecendo apenas duas categorias da PMSP.

O Sindilex aprovou unir-se ao Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo), e outras entidades, a fim de reivindicar a extensão dos reajustes a todas as categorias de servidores do município.

No encontro, a diretoria apresentou também as novidades em serviços para os sindicalizados, como novas parcerias no espaço saúde e atendimento jurídico.

 

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